segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

tutorial modelagem Z Sphere


Nesse primeiro passo, cria-se com a ferramenta  de  Z  sphere uma base mesh com a ordem da malha em forma de esferas, é apreciável habilitar o modo de vizualização wire frame
Apertando a Tecla (A) tem-se a vizualização de malha 3d

Após usar a ferramenta (MOVE) para posicionar a volumetria existente é importante  clicar na tecla
(make Polymesh3d)para que uma vez transformada em malha 3d,seja possível subdividir a malha em maiores números de polígonos e assim detalhar maior o objeto da cena


Com esta subdivisão maior é possível um detalhamento dos músculo e expressões do modelo
Com o Comando (Ctrl D)é possível  fazer estas subdivisões e ao apertar a tecla Shift D, a geometria volta um nível na subdivisão,assim como se apertarmos a tecla (D) voltaremos  aos  níveis superiores de subdivisão.

Aqui podemos observar que apesar de não termos detalhado a malha ao ponto de criarmos (Edge Loops) , as (Z SPHERES) foram posicionadas para propiciarem subdivisões na região dos olhos, suficientes pra detalhar as reentrancias e sobreposições de massas dessa região, bem como no nariz, boca e orelhas.

A malha pode ainda manter as mesmas proporções com  a quantidade de polígonos inferior
Nesse exemplo aplicou-se o modificador Transpose Master,para dar uma torção ao pescoço

Com a ferramenta  (MOVE) é possível dar um sorrisinho meio estranho para a personagem, e posá-lo para um render fácil e intuitivo

Aqui não teremos uma malha organizada para animação, contudo é possível fazer uma retopologia no mesmo Z BRUSH ou em outro software chamdo TOPOGUN,mas nesse exercício,vamos nos ater ao Concept Art


Tirando do modo de visualização (wire frame),é possível aplicar uma  luz e fazer um render 


As configurações de luz e Render aqui são estremamente básicas , mas criam uma profundidade maior na imagem
Aqui uma  sugestão de luz e render

E finalmente com a pintura da ferramenta  Polypaint e um material (skinshade) temos detalhes para um novo Tutorial superdetalhado.
Desavisados e Entusiastas como eu !!que sofreram pra achar materiais simples e para gente atrasada qnem eu,rs.....espero que tenha servido de algo, Aos especialistas no Software,desculpem a sincera pretensão,mas me vali desse instrumento altamente democrático para publicar e ajudar aos entusiastas e curiosos por aprender Z Brush,sem mais justificativas....
,
e a ultima de Perfil e Frontal


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

o último estudo, é uma mistura de arte noveau com temas mais urbanos,de guerrilha, pra mostrar a antagonia da realidade, e como até a mais assustadora intenção bélica pode ter uma estética disfarçada.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

As Esculturas vivas de minha viagem
Nessa minha viagem, não pude me conter e fotografei várias esculturas que acredito ser o meu arsenal particular,agora público de REFERÊNCIAS ESCULTURAIS.

domingo, 27 de novembro de 2011

influenciado por Alphonse Mucha, me dei a liberdade de fazer umas releituras, pra adiquirir as sutilezas em meu traço, desse artista que de forma tão singular nos apresentou seu estilo cheio de detalhes e minúcias de requinte harmonizado de cores certas, traços delineadores e um arabesco noveau inconfundível.
  

Essa segunda releitura fiz apenas com 2 cores

e por fim  fiz  um teste de cor, mas depois qdo vi, o desenho tinha problemas crassos de proporção, no ombro braço e mãos, mas enfim... era um estudo, de maddrugada com sono tava parecendo certo, rs....depois  vou scanear e dar um tapa no photoshop, mas, o rascunho ta em A4, e o que to pensando em fazer  vai misturar duas influências, o clássico da arte noveau, e um pouco de comics e temas mais urbanos e contemporâneos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

20//10/2011
As referências vem do mundo que nos cerca
Hoje tive uma oportunidade ímpar de visitar um museu em Amsterdan, chamado Rikys Museum,e nele desenhar a queima roupa vários  estudos olhando para os originais de Rembrandt, Vermeer, entre outros.






Percebi que ao invés de riscar com meu lápis contra o papél, eu podia fazer manchas e tentar imitar as nuances da pincelada  para ao invés de conseguir a volumetria com achuras,consegueria com borrões sem  propriamente borrá-los propositalmente, quase que uma mapeamento de sombras e cores.
Tentei fazer isso no quador de Rembrandt, do Apóstolo Paulo, e descobri um traço que não me é costumeiro.
Observe.



















Estando na Holanda no Outono, da pra entender como funciona a luz aqui , e como essa  mesma iluminação dramática de angulações solares inéditas pra mim até então,tem me causado câimbras emocionais maravilhosas, daquelas de ficarmos  estagnados na  frente de um canal com os prédios próximos refletidos na água, por um bom tempo.Imaginando.... Esse mesma luz acontecia aqui em quandoVermmer, Rembrandt,Degas, Van Gogh, se inspiraram a pintar.Essa atmosfera propicía a crição artística.



O Pôr do Sol, os canais, as casas flutuantes, a bicicletas por todos os lados, as pessoas lindas espalhadas por todos os cantos da cidade.Tudo é mágico 'a primeira vista para um Tupiniquim.



Tudo o que eu olho me inspira 'a desenhar e pintar essas paisagem e sua população tão pitoresca.
Uma  etnia alva como a neve, de pessoas  altas e de olhos tão claros como o azul do céu.Tudo aqui me impressiona por ser tão diferente do Brasil e mesmo assim,isso não me faz  me sentir  um peixe fora dágua.
Hoje meio perdido pedindo informações pras pessoas na rua, me senti 'a vontade pra perguntar com meu inglês pouco articulado para ums garis que vi varrendo as praças.
Quando vi um cara grande, dentuço de barba loira e a uma cara  de viking, pensei comigo, Ele vai me indicar qual TRAM(bonde de Amasterdam) que tenho que pegar pra chegar no Van Gogh Museum.
Foi quando me deparei que de longe elenão era tão alto quanto eu calculara, e qdo cheguei perto, tive a sensação de estar perto de trol, rs....uauahuauauauahahau
O cara era um mosntro e me olhando com deliberda indignação e presumida  ira, ele não me responde nada, enquanto um outro  gari, negro, com sotaque  árabe no Inglês me respondeu, pra onde eu deveria ir.Pois é ,!! Aquele  grandalhão  fixou seus mosntruosos olhos e bigodes em minha direção que eu tive de desenha-lo de memória quando relembrei a minha quase primeira experiencia transcultural de ser xingado por um verdadeiro Deutch selvagem Rs...Acho que meu  aproche em questioná-lo não foi muito usual, e ele  na defensiva, quase me deu um "supapo na oreia"

Olha o grandão aí em baixo: